Predio Anexo Acervo da Fundação Casa de Rui Barbosa

autoria:

arq. Israel Caballero

arq. Daniela Canto Camargo

arq. urb. Carolina Dardi

arq. urb. pgsta. Cristian Sigulin

arq. Dalia Tamler

 

Consultores: 

Lourdes Zunino Rosa

Diretora da Oficina Conforto Ambiental OCAM Consultoria e Projetos Ltda

Colaboradora do INVERDE Instituto de Pesquisas em Infraestrutura Verde e Ecologia Urbana

Pesquisadora do IVIG/COPPE/UFRJ

SAU – Grupo de Pesquisa em Sustentabilidade Ambiental Urbana

 

Gisela Santana

Consultora nas áreas de planejamento e gestão urbana, ecologia urbana, planejamento estratégico, mudança comportamental e articulação social.

MEMORIAL

Concebemos o projeto pensando no vazio atual (pátio) como um núcleo orgânico que  articulará e estruturará as existências e as novas propostas. Este núcleo de gestação do conceito, foi pensado como um legado, um “Prédio-Praça das  Sensibilidades  e Memórias”.

Esta praça será uma continuação do jardim preexistente, incorporando e trazendo a natureza ao projeto, será uma praça democrática, um Largo dos Sentidos, que foi pensado também para que as pessoas com algum tipo de incapacidade, seja na audição, visão, etc. possam interagir.

A escada de Escape do Edifício Sede, já projetada,  atuará como um elemento de vinculação e memória  “O mural da memória” que pela noite será um componente de luz.

A  sala de exposições foi pensada como um elemento leve e puro que permite trabalhar em 4 dimensões e em 2 níveis. Esta Sala terá dupla função, no nível térreo será sala de exposições, que quando não for usada será parte do pátio ampliando as dimensões do mesmo, gerando um espaço de sombra, convívio e abrigo do calor e do sol.

Uma rampa-passeio desde o térreo e que permite o acesso a esta Sala, possui um nível intermediário, gerando um “Mirante de reflexão” com uma ampla vista do Cristo Redentor

Também reestruturaremos a fachada existente com uma estrutura que permita a projeção de cinema ao ar livre nas noites de verão.

A árvore existente será nosso pivô do projeto, onde tudo dialogará em perfeita harmonia.

prédio  do Acervo, se articulará a partir de uma fachada bioclimatica em sua concepção, onde através de duas “peles“ uma Pele de CaptaçãoOrgânica e uma Pele de Regularização controlada  permitirá a umidificação, controle de temperatura e iluminação natural necessárias para o Acervo.

Esta Pele também captará a água da chuva e proverá água de reuso aos serviços.

Outra característica da fachada, será o uso de vidro duplo, aonde teremos a escada que conectará todos os pavimentos.

Além de trazer luz ao acesso do anexo, fará a conexão do exterior com o pátio interior projetado, trazendo a natureza vinda do pátio e árvore para dentro do edifício.

Essa escada estará descolada da pele de vidro, fazendo com que o ar que entra no pátio interno possa circular até a fachada e sair pelo telhado, ventilando essas circulações.

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