Concurso sede do Campo Olimpico de Golfe 2016.

Concurso nacional de projetos de arquitetura para as áreas social e de apoio do Campo Olímpico de Golfe do Rio de Janeiro 2016.

autores> arq. urb. Carolina Dardi, arq. pgista. Cristian Sigulin, arq. Israel Caballero, arq. urb. Leandro Balbio, arq. urb.  Tulio Mota, arq. Natalia Arica, arq. Ana Virginia Elias Pinho

Memorial

O projeto foi pensado como uma grande “Ágora” Cívica de Convivência, que concebe edificações inteligentes de forma orgânica, respeitosas do seu entorno e das preexistências.

O prédio maior, “O Terraço dos Visuais”, o menor, “A Ponte do Convívio”, são molduras para a  praça cívica, “A Praça dos 5 Sentidos” que são a Alma e Legado do complexo.

A desmaterialização das preexistências esta marcada pela confluência de múltiplas variáveis.

E um edifício democrático que permite ser percorrido em toda sua extensão, tanto de sensibilização, contemplação, reflexão, lazer, e prática de esportes urbanos.

O complexo foi pensado como extensão do campo de golfe, provocando assim a possibilidade da criação do “buraco 19” na cobertura e possível espaço para premiações.

A acessibilidade é clara, urbanisticamente, o projeto do golfe olímpico se incorporara à malha existente local de transporte, projetando um “eco-caminho dos aromas” com um paisagismo de plantas aromáticas,  conexão com o Bike Rio, pista de caminhada e Veículo Leve sobre Trilhos que conectará a estação do BRT Golfe Olímpico com a área do projeto, incorporando tambem um espaço de trilhas que se extende até a lagoa de Marapendi.

Tudo esta incorporado numa faixa de transição lateral projetada – o Parque dos Aromas – gerando um “plus”, um parque linear para a cidade que acompanhará esta proposta urbana.

Quanto à sustentabilidade, o projeto está concebido para se autosustentar através de um ciclo rizomático e de constante reuso.

O complexo atende a captação de água de chuva, estando previstas cisternas convenientemente localizadas para o recolhimento de coberturas e pisos.

Coletores solares que atenderão a iluminação pública e aquecimento de água.

Apresenta duas estações de separação de lixo para atender a demanda necessária para fabricação do adubo orgânico.

Estação de Tratamento de Esgoto/ ETE: através de PSA – Pântanos Secos Artificiais

“Ao por do sol o trabalho se interpoe e, sob o ceu estrelado, dizem: este e o projeto”

(cidade de Tecla. Italo Calvino)

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