Urbanismo e Patrimonio Informal.

Urbanismo y Patrimonio informal: Una travesía por América Latina

Este trabalho de investigação foi concebido a partir do descontento. do descontento das coisas que nos rodeam, cuando existen crisis de ideas, de sistemas, de poderes, de representação, neste estado de coisas, os valores tradicionais como o ordem, a estabilidade, a seguridade, a comodidade, a certeza e suas representações, quedam superadas por os acontecimentos, desejo partir de uma abstação sensivel por sobre uma abstração analitica. Do descontento com nosso contexto urbano social; sua génesis foi a necesidade de “aprender e aprehender”, trabalhando sobre idiosincrasias que nos eram propias. Sentíamos, intuíamos que as Ideologías foráneas nunca foram nem nunca seram a panaceia de nossos males.

Partimos da eliminação  conceitual dos “eles” e os “nois” e de qualquer tipo  de confrontação  ideológica para nos despejar e pensar “O” fazer desde o “todos”.

Hoje a planificação urbana debe coexistir com o equilibrio espacial coyuntural, interpretar o lugar, sua cultura e sua gente. Tambem, se sostener a corto, meio e longo prazo.

Desejos, decições, despedidas, afetos. Todo afectado por uma viagem que corría por minhas  venas faz tempo.

Me buscando, sendo fiel, intentando ser coherente, com nois mesmos, com o que pensamos, seguindo meu,  “UN” criterio.

De passo pela universidade aprendi a sentir outra sensibilidade na arquitetura, a  que se amalgama à sociedade, a que intenta entretejer a cidade e a periferia. Entender à cidade como um todo, e o que estába procurando inconcientemente e me sumergi dentro de essa grande problemática.

Prejuiços sociais iam desvanecendo mientras nos “deformábamos”, onde aprehendimos a soñar e a “gerar” por necesidade.

As áreas informales são manifestações tangiveis e consolidadas no continente latinoamericano, compartir experiencias urbanas e sociais  dio o pê inicial para começar esta nova travesía.

Uma viagem, tempo e espaço com sentido crítico, com uma leitura aguda do social e o urbano. Uma viagem que nos llevase a aprender de culturas milenarias, -ignoradas por muitos- ignoradas por mi. os Incas, Aztecas, Mayas, Mapuches, Shelk’nam u Onas,  Alacalufes entre tantas outras, nos abriram novas miradas.

A experiencia em campo a adquirimos em primeira instancia, transitando junto á Universidade por Paraguay, Chile. Uruguai junto aos 4 anos que vivimos no Brasil, como decição pessoal, na cidade de Río de Janeiro, onde começei  trabalhar com as favelas (conjuntos habitacionais informais ou espontâneos), cidades dentro de uma cidade na qual  existem mais de 900 comunidades.

Experiencias que nos ensinaron a escutar as demandas de quen mora no lugar, que solucionar o problema de habitação no é construir mais casas formando novos guetos urbanos de exclusão, se não tratar de intervir pontualmente as existencias, potenciándolas, dando condições propias de ciudadanía formal ou consolidada, como infraestructura básica e demais equipamentos escolares, esportivos e culturais e sempre aprendendo  trabalhar com  os saberes coletivos e  equipos multidisciplinarios.

Las favelas o villas de emergencia como las llamamos en Argentina son mucho mas que áreas olvidadas o informales.

Son ciudades con códigos y vida autónoma, con moradas construidas por manos y saberes locales, casas hechas con apego, colores y olores. Y amores.

Los laberínticos y estrechos pasajes peatonales (sin otra opción) te van llevando entre  casas y terrazas, puertas y ventanas, a los escasos espacios de convivencia, apropiados por los habitantes y que por tal motivo son el Ágora de las comunidades para el desenvolvimiento socio-espacial. Convengamos en que estos lugares de esparcimiento, de reunión o de comercio, son la gran carencia en las favelas  generalmente.

Tras haber sumado experiencia humana y académica, decidimos decir “Tchau” a una ciudad que a pesar de su complejidad nos dio mucho. Puntualmente, afectos y oportunidades de interactuar.

Retornamos a la ciudad que nos parió y culturizó 4 años después. Entre charlas y muestras de trabajos entramos y salimos de Rosario.  Así fue que un día de marzo nos fuimos. Seguir comenzando esta vieja-nueva Travesía por más de 10 años, transitando desde México hasta la Antártida, base para nuestro Trabajo de Investigación.

 Un viaje donde nos nutrimos de las diferentes culturas que habitan o habitaron estos suelos, enfocándonos en los espacios públicos como articuladores de las convivencias locales.

Este estudio se enfoca en los espacios públicos,  los formales o informales. Los espontáneos, los apropiados, los posibilitantes. Los espacios de encuentro, de búsquedas, de expresión, de saneamiento mental, aquellos espacios que posibilitan la interacción y que dejan de lado la mezquina exclusión.

Son los espacios que las personas potencializan,  por desenvolver cualquier tipo de actividad humana, más allá del diseño o proyecto arquitectónico-urbanístico del lugar.

En definitiva son aquellos espacios que crean ciudad, que provocan que las personas puedan convivir. Son espacios apropiados por las personas para manifestarse socialmente ante los otros, ante nosotros mismos.

Este es le trabajo de investigación de dos simples viajeros, nacidos en Rosario, arquitectos urbanistas de profesión, nómades por opción.

Grupo Latinoamericano Urbano

Carolina Dardi

Cristian Sigulin

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